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LISBOA E OS CAINITAS

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LISBOA E OS CAINITAS

Mensagem  Raven Visago em Sex Nov 14, 2014 7:35 pm

Lisboa (pequeno relato sobre os cainitas na cidade)

No ano de 1147 d.c. Don Afonso Henriques libertou Lisboa do jugo dos Mouros. Com apoio dos Cavaleiros Templários e de alguns Cainitas infiltrados. Entre estes Cainitas estava Macário o Penitente, Belizário do Minho e Gonçalo Douro do Clã Brujah, junto com eles Oraborj o Suevo do Clã Gangrel. Assim Macário e seus seguidores tomam o poder na cidade depois de eliminarem os Assamitas e outros Brujah que mantinham o controle de Lisboa. Uma Brujah chamada Ayzebel  junta-se ao grupo provando sua fidelidade  e virando uma seguidora de Macário.
O Ano de 1147 foi marcado por muitos duelos entre os Cainitas na Cidade de Lisboa, sendo que em março de 1148 Macário declarou Lisboa sua cidade. Macário e Don Afonso Henriques firmaram um acordo secreto de Cavaleiros que determinava o pagamento de trinta partes de cem dos impostos recolhidos em Lisboa para Macário e sete partes para Don Afonso Henriques. Em contra partida Macário deveria manter a Cidade de Lisboa livre da influência dos Mouros e Judeus.
Macário e seus seguidores descobrem nas masmorras dos Mouros um Tzimisce que estava em torpor chamado Dimitri Pantojal que ao beber o sangue de Macário fica agradecido e em divida com Macário revelando vários segredos ocultos nas tumbas e ruinas de Lisboa.
Dentro de um dos navios mouros abatidos na batalha foi libertado um humano chamado Eleazar Mahud e sua filha Shiamara Mahud, ambos eram estudiosos e estavam sendo extraditados para Tanger para julgamento, eram acusados de traição por terem ajudado cristãos durante um surto de gripe. Eles logo foram feitos Carniçais de Macário.
No ano de 1149 até 1152 Macário combateu os rebeldes da cidade e fez sua morada o porão da Catedral de Santa Maria onde uma Lasombra dissidente que estava presa em torpor chamada Gumersinda de Castro, foi encontrada e levada para Macário. Depois de longos testes de fidelidade Gumersinda de Castro foi aceita e batizada com o nome de Maria Quaresma e para impor sua submissão Macário lhe infligiu o dever da adoração. Maria Quaresma teve que beber do sangue de Macário e manter sempre nos mamilos pequenas cruzes cravadas deixando seu sangue sempre vertendo, além de sempre andar nua. Este castigo durou um ano, porém, Maria Quaresma mesmo assim manteve o hábito de andar nua e o uso de cruzes nos mamilos. Maria Quaresma era uma erudita, sabia ler e escrever sua língua de origem o castelhano, o português, o árabe, o francês e o alemão.
Nos anos seguintes Macário consolida seu poder na região e participa de em encontro realizado em Aragão com os maiores lideres do Clã Brujah na Ibéria e como sempre cada um dos Brujah presentes optou em fazer suas regras e não houve acordo. Apenas manter o poder para realizar as mudanças necessárias para que humanos e cainitas pudessem viver em harmonia. Macário acreditava nesta ideia apesar de não ter a fé de seus seguidores Macário acreditava na possibilidade de uma nova Cartago.
No ano de 1185 morre Don Afonso Henriques “o conquistador” e assume seu filho Sancho I “o povoador” que logo trata de renegociar com Macário, pois nutria muito medo de perder este aliado que tinha sido leal ao seu falecido pai. Logo Macário declara seu principado e exige de Sancho I a Fortaleza de São Vicente, além disso, indica Ayzebel como astróloga do Rei. Assim Don Sancho I consegue o apoio de Macário que se mantém fiel até a morte do regente no ano de 1211.
Don Afonso II “o gordo” assume o governo após a morte de Don Sancho I no ano de 1211. E aqui começa nossa história.


Última edição por Raven Visago em Qua Dez 10, 2014 11:36 am, editado 1 vez(es)
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Re: LISBOA E OS CAINITAS

Mensagem  Raven Visago em Qua Nov 26, 2014 3:44 pm

.Nesta época os cainitas de Lisboa usavam a linguagem falada e escrita no espanhol. Contudo, Belizário falava também o latim, árabe, português e o grego. Uraborj o Suevo falava latim, grego, alemão e francês. Azybel falava latim, grego árabe e português.

.Nem todos os cainitas sabiam ler e escrever. Belizário e Azybel dominavam bem a leitura e a escrita de mais de um idioma. Uraborj não sabia ler nem escrever, mas conhecia um código especial criado pelo Príncipe Michael de Constantinopla.

.Nesta época, apesar de poucos dominarem a linguagem escrita, muitos criavam códigos especiais que permitia uma comunicação razoável.

.Nosso Mundo de Narração vai considerar o Conhecimento Linguística como casado numa regra que condiciona a Pericia Etiqueta com a mesma pontuação para determinar ler e escrever a mesma Linguagem. (1 ponto no Conhecimento Linguística + 1 ponto na Perícia Etiqueta = sabe falar, ler e escrever 1 idioma = OBSERVAÇÃO IMPORTANTE É QUE ISTO VALE PARA A PRÓPRIA LÍNGUA) Assim damos o ambiente necessário para a época que nossa história irá acontecer.
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